Page 46 - A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina
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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle


             sendo expressamente proibida, sob pena de se perder o reino
             dos céus. Grande e enloquadrada mentira, proferida pelos anjos
             caídos, contra a obra magna da criação divina.
                  Dessa forma os humanos substituíram os companheiros
             fiéis  de  sua  mais  tenra  infância,  por  deuses  abomináveis  de
             origem serpentina e draconiana. E a eles passaram a oferecer
             sacrifícios de sangue, com o propósito de aplacar-lhes a ira.


                  As  formas originais criadas foram traduzindo o sistema
             complexo humano e reativaram através de experimentos com
             as células cancerígenas o núcleo do tempo, que leva a condição
             da transformação da raça, dando uma aceleração no complexo
             anatômico humano, desenvolvendo os centros de força celular e
             coagindo o sistema cabeça-coração-alma.

                 * É  necessário  compreender que  esse processo de  inter-
             ferência sobre as raças, seria semelhante a retirar uma planta
             de  um  habitat  natural,  modificá-la  geneticamente  e  introduzi-
             la em uma estufa, sob condições específicas de temperatura e
             umidade. Isso fez com que o ser humano caísse dentro de um
             padrão  de  malha  do  tempo  ficando  escravizado  dentro  dessa
             dimensionalidade espaço-tempo. Programação criada por esses
             invasores dentro do próprio código genético das raças.
                  Foi assim que o ser humano perdeu a sua percepção
             do Paraíso. Ele foi expulso do paraíso, não pelo seu Criador,
             mas sim pela raça de serpentes que o seduziu e obteve dele a
             permissão para interferir em sua evolução. E tudo aquilo que
             outrora havia sido uma experiência maravilhosa de interação
             com a vida e com todas as dimensões da criação, se transformou
             numa enfadonha,  tortuosa e desesperada atividade de luta
             cotidiana pela sobrevivência, sem a qualidade, sem a graça ou
             a glória de uma vida em harmonia com os padrões superiores
             de evolução...


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