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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle


                   Dentro de toda a criação, os  Exus foram  nomeados  os
             guardiões  das leis  que  regem  a evolução  de  consciência  das
             espécies, que se expandem e se aprimoram ao longo dos éons
             evolutivos.  Dessa forma, eles  são aqueles  que garantem que
             tudo sempre esteja sendo feito de maneira dinâmica e diretiva
             para estimular a evolução, e não permitir que a lei da entropia
             (da desordem), prevaleça dentro do universo das formas. Ocorre
             que devido a uma interferência de raças de geneticistas cósmicos,
             que manipularam a codificação original  das raças humanas
             terrestres, houve uma ruptura de comunicação e união entre os
             exús e os humanos, uma vez que estes  sofreram alterações em seu
             código de comunicação interna. Isso gerou então, uma grande
             defasagem na ordem natural da evolução humana. Pois antes
             dessa interferência, eles eram dócil e amorosamente conduzidos
             pelos guardiões interdimensionais, através de seu processo de
             evolução, do reino animal para a consciência desperta no reino
             humano. Auxilio e condução que perderam após a interferência
             desses semideuses geneticistas em sua cadeia evolutiva.
                   Os seres humanos ficaram então e dessa forma, escraviza-
             dos a um sistema ditado e pré-moldado por padrões ditatoriais
             desses seres alienígenas, que sem nenhum ato de reverência ou
             mesmo reticência, se infiltraram na obra original da Criação,
             subjugando, escravizando e caotizando toda uma  raça de su-
             perfície que estava sendo amorosamente guiada à sua evolução
             natural. E para estabelecer e manter a soberania e autoridade
             máxima sobre essa raça, esses semideuses logo trataram de
             criar novas leis e regras de conduta, que obrigavam os seres
             humanos primitivos a se apartarem de seus guardiões (os exús),
             rompendo dessa forma com todo o elo de ligação entre esses
             humanos e seus fiéis condutores.
                   E assim é até hoje, onde dentro de algumas religiões, os
             exús são vistos como demônios (falsificados pelos kiumbas - os
             verdadeiros desordeiros), e a comunicação com eles continua


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