Page 40 - A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina
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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle
- Jesus, Maria e José.
- Quero que venha como vier.
- Na guarda de São Francisco
- E comigo São José.
- Serve-se o pão e coma. Sábia decisão, né?
- O tesouro é como luz resplandecente, durante o sono tu
terá a resposta. Coma do conhecimento e termine a vossa estrada.
Exú Veludo
No jogo de forças cósmicas os Exús, mensageiros do
bem, enlouquecem apenas os de cara sujas e, lembrando a todos
os que costumam liderar povos através de informações sem
conhecimento de causa e efeito, que nesse momento, os prólogos
das desventuras pairarão sobre eles.
O Conhecimento Maior não é privilégio da soberba e
sim da grandeza dos seres interplanetários e interdimensionais.
Todos os Seres trabalham em conjunto e não deformam qual-
quer informação que seja sobre o conhecimento das estrelas.
No fortalecimento da fé, inclino-me como, o guardião
do tesouro, oculto aos profanos. Estou iniciando esta jornada
na certeza de que irei compor os versos alquímicos, para com-
flagrar a lei sobre os impuros e perversos anfitriões na casa de
Kalamun.
Kalamun é o servo e o Conselheiro da Luz do Sol Central;
Aquele que vem buscar o que lhe pertence, ou seja, as fagulhas do
Divino para o grande acontecimento. Arde no peito de cada um a
liberdade de Seu Tempo esquecido. Grande será o momento para
todos os precursores da lei Divina. Os semeadores do grande
enclause na abóbada celeste estão concluindo um grande evento,
o inesperado se fará presente entre muitos.
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