Page 36 - A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina
P. 36
A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle
erros cometidos através dos tempos, absorveram fragmentos
das leis de cobrança no microcosmo. A liberdade foi contestada,
mas quando se tem não se deve aclamar a sorte no merecimento
do desterro. Nuances de trocas facilitarão alguns dos seres que
perfazem o caminho da glória.
P:- Porque fui enclausurado e contestado por vocês, por-
que tantos sofrimentos e, quem responde aos meus questio-
namentos?
- A Glória vem para ficar e não para arrebentar. Semeadores
do tempo são vínculos no teu sistema personal. Há grandes
variações dentro da lei que te rege. Os senhores do Karma te
livra e sofrem o grande transtorno, por ti.
P: - Quem é a minha guarda verdadeira?
- Ossãe, a Senhora do Grande Tabernáculo, que te cura e
te livra das manifestações figurativas no ser andrógeno. Os 7
selos serão rompidos e quebrar-se-ão os valores terrenos para ti.
Dúvidas e incertezas no caminho? Guarda-te delas, a menos que
provenha da tu falta de fé. Cambinda na lei de Ogum de Naruê,
nas águas de Oxalá.
- Querido fedelho, tu te chamas andarilho da Luz Maior,
nesse mundo de sofreguidão. Como é que tu pode querer ajuda,
se tu não te preserva dos laços efêmeros? Como?
- Ah! Vá, tu te cobras muito, não? Não há valores que te
repreenda... Ave, na escuridão do teu ser...
- Queremos prevalecer na Nova Ordem, quem quer
mirongar comigo?
- Tu me chama, to aqui para lutar e vencer. Vamos balançar
o tempo... Exú Anã. Longe vamos estar quando tudo acontecer.
- Há que se ter valores estimados na tua fé cega. O Sentinela
36