Page 33 - A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina
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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle


                   O Sentinela do portão está atento às minhas indagações.
             Ele está sempre por perto. O Senhor do  Tempo Sagrado me
             assiste a todo o momento e todas as leis que regem o universo
             de nossas ações, são comandadas por Ele.
                   No jogo da vida, são melhoradas  as nossas condições
             de sobrevivência e quando são defraudadas, por sentimentos
             im-puros causando desordem nas leis da natureza humana, os
             Exús, permanecem imbatíveis nas suas ações. O jogo maior é
             este: Queira bem ao vosso semelhante como a ti mesmo, do
             contrário sofrerás as dores do mundo!
                   O Guardião  dá a chave  para  abrir  a porta  do nosso co-
             ração-alma. Pelejamos pela sabedoria e nos perdemos pela fal-
             ta de compreensão, rejeitando e refutando com preconceito o
             conhecimento maior que nos podem fornecer os espíritos evolu-
             cionários no plano de manifestação da matéria.
                   Os pecaminosos sublimam a dor alheia  convergindo
             por leis inferiores, a causa maior que nos absorve através da
             vibração do nosso coração. Como todos podem perceber, a lei
             vem cobrar nesse momento o que lhe devem os deflagradores e
             aprisionadores de almas. Que cada ser viva a sua história pessoal
             e distribua o que lhe pedem de coração para coração.
                   Às vezes me contenho quando me pré-determino a seguir
             a Luz, por ser quase que impossível permanecer  neste chão
             sagrado, sofrendo tamanhas perseguições e dores insuportáveis
             para um ser humano no plano da matéria. Mas grande é o poder
             do Supremo. Salve a Vossa Força e o Vosso Amor por todos os
             sofredores da estrada de Jafé.
                   Seguiremos juntos, todos os filhos da Luz que sofrem e
             não praguejam na cruz.









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