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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle
Estelar para cada um e a cada qual será dada uma oportunidade
de se redimir perante a Grande Causa no momento. Bem, de
certo você leitor percebe que nas declarações feitas até agora
pelos Exús, vê-se claramente que alguém está se machucando no
destino, para corroborar a lei que pende em seu auxílio.
Às vezes, lamentavelmente, sentimos os afazeres do cotidi-
ano insuficientes para prosseguirmos na nossa própria existência.
Há que se queimar todo o mal causado na Lei de Pemba. Ave...
na lei do perdão, por todos os usurpadores da Lei de Deus.
- Exú veludo te responde, vamos sair dessa mironga? Vamos
cair na festa do dia a dia...o trabalho vai sair, quanta questão a
resolver hein?
- Sorte tu terá, tem que saber esperar. Vamos constringir
todo o caso em que vive, somos pra tudo ou nada, nessa nossa
jornada. Parabéns pelo teu sucesso, quando tu quer tu consegue.
- Haverá paz, eu prometo. Quer o julgamento agora?
- Então, tu tem que concluir a tua morada. Vá e não te
arrepende, porque o teu caso é um caso de primórdios. Trabalhe
e realize teus planos, vamos conectar todos os utensílios para
poder sobreagir no Grande Evento. Mágica total! Quero esta-
belecer algumas regras pra que possa seguir:
1- Hoje varra de tua mente qualquer pensamento de dis-
córdia.
2- Queira bem ao vosso semelhante. Conclua a tua diretriz
e vá.
3- Não jogue pérolas aos porcos e retribua com a mesma
intensidade a ajuda que tiver.
4- Não durmas no ponto, as consequências serão desas-
trosas. Trabalhe e não durma no ponto, pois haverá dissabores
como implemento de discórdias.
5- Sente-se sempre na base da questão e não desmereça a
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