Page 27 - A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina
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A PÉROLA SELVAGEM - A ave de rapina, por Luciano Du Valle
Acabo dissociando as leis que regem esse nosso Universo
e, querendo insurgir nas leis desta natureza desvendando os
mistérios do ser personal.
Divido esse conhecimento com aqueles que buscam, no
alicerce da vida, a paz e o amor merecido. Concluo a todos que
semeiam o amor incondicional, que o fim de todos os sofrimentos
está bem próximo. A ligação com todos os níveis de consciência
está se dando com muitos entre nós.
A cada qual será dado uma arma que o levará ao conjunto
de estrelas no espaço infinito e suas almas lembrar-se-ão do
tempo perdido. Queira Deus, o Grande Patrono, que o encontro
de almas se faça nesse momento, pois o tempo chegou.
Devo seguir, desde já, as diretrizes apontadas pelos Orixás.
Porque são eles que determinam as leis que comandam esta
natureza e devo, de minha parte, prosseguir conforme o que
me foi destinado: desatar nós, quebrar o mal e enlouquecer a
mentira, pois o sábio que controla as leis revela a sua natureza.
Um lembrete a todos os desorientados: Cada um de nós
tem um Exú que comanda o nosso destino, mas nas desenvol-
turas dos desejos, temos um espírito inferior chamado kiumba,
assim, como se fosse um viajante do tempo sem marcar hora de
se apresentar.
Tão logo seja, irei me aprofundar nos estudos sobre os
Orixás e seus andaimes de força para o grande advento. De
minha parte, gostaria de poder ensejar o caminho para o alicerce
da Sabedoria Sagrada.
Nos sentidos internos de cada um, prevalecerá o grande
Conclame de Força, mantida por cada Orixá na lei de Umbanda.
Nas correlações feitas aos Orixás, mais adiante, todos entenderão
o que se sugere para o aprimoramento da Luz no ventre materno
da Terra. O sentinela está sempre presente, condecorando o ápice
da Verdade para cada ser humano de coração puro, tendo as dores
suportadas ou não. O jogo da vida revela a Soberania da Força
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