Page 50 - Livro de Rute
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no sangue de Jesus, podemos sorrir mesmo diante de inimigos e de
circunstâncias adversas.
NENHUM DIREITO DE CONDENAR
Tudo isto é vislumbrado em um acidente nesta parte da história
de Rute, onde a questão de quem iria redimir a herança de Noemi estava
em discussão à porta. Quando o parente mais próximo decidiu desistir
de seu direito, ele tirou o seu sapato e o deu a Boaz.
O versículo diz o seguinte: “Este era o costume em Israel,
quanto a resgates e permutas: o que queria confirmar qualquer negócio,
tirava o calçado e o dava a seu parceiro; assim se confirmava o negócio
em Israel”. Assim, quando o parente disse a Boaz: “Redime-o tu”, ele
tirou a sandália. Então, Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: “Vós
sois testemunhas” (Rute 4:7-9). Percorrer uma propriedade com o
sapato significava, presumivelmente, que se tinha o direito de possuí-la.
Mas, ao tirar o sapato, o parente indicava simbolicamente que estava
renunciando ao seu direito de comprar aquela terra e transferindo aquele
direito a Boaz. Como disse alguém, ao comentar este verso: “A lei não
tem o direito de passar sobre (ou seja, condenar) aquilo que Cristo
redimiu”. Isto é bom, não é?! Mas a lei e Satanás têm tentado fazê-lo,
não têm? E vocês têm permitido! Mas eles não têm nenhum direito.
Você pode vencer a lei que condena e Satanás que acusa pelo sangue do
Cordeiro e, para tornar a transação realmente completa, você pode
acrescentar a palavra do seu testemunho. O diabo não gosta disso. Ele
gosta de tudo trancado no nosso interior. Mas quando vemos o poder do
sangue de Jesus para nos dar paz acerca de uma questão, de forma a
sermos capazes de compartilhá-la como testemunho com outra pessoa,
aí conhecemos uma nova dimensão de liberdade. Eles o venceram (o
diabo, o acusador de nossos irmãos) por causa do sangue do Cordeiro e
por causa da palavra do testemunho que deram” (Apocalipse12:11).
Há algum tempo, quando eu estava em outro país em reuniões,
estava procurando ver de novo um jovem ministro que conhecera
alguns anos antes e que estava experimentando o modo de viver
debaixo da graça e o andar com Jesus. Ele era um dos melhores
intérpretes no país e eu estava antevendo com prazer o fato de tê-lo
como intérprete novamente. Todavia, ele não apareceu por uma ou duas
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circunstâncias adversas.
NENHUM DIREITO DE CONDENAR
Tudo isto é vislumbrado em um acidente nesta parte da história
de Rute, onde a questão de quem iria redimir a herança de Noemi estava
em discussão à porta. Quando o parente mais próximo decidiu desistir
de seu direito, ele tirou o seu sapato e o deu a Boaz.
O versículo diz o seguinte: “Este era o costume em Israel,
quanto a resgates e permutas: o que queria confirmar qualquer negócio,
tirava o calçado e o dava a seu parceiro; assim se confirmava o negócio
em Israel”. Assim, quando o parente disse a Boaz: “Redime-o tu”, ele
tirou a sandália. Então, Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: “Vós
sois testemunhas” (Rute 4:7-9). Percorrer uma propriedade com o
sapato significava, presumivelmente, que se tinha o direito de possuí-la.
Mas, ao tirar o sapato, o parente indicava simbolicamente que estava
renunciando ao seu direito de comprar aquela terra e transferindo aquele
direito a Boaz. Como disse alguém, ao comentar este verso: “A lei não
tem o direito de passar sobre (ou seja, condenar) aquilo que Cristo
redimiu”. Isto é bom, não é?! Mas a lei e Satanás têm tentado fazê-lo,
não têm? E vocês têm permitido! Mas eles não têm nenhum direito.
Você pode vencer a lei que condena e Satanás que acusa pelo sangue do
Cordeiro e, para tornar a transação realmente completa, você pode
acrescentar a palavra do seu testemunho. O diabo não gosta disso. Ele
gosta de tudo trancado no nosso interior. Mas quando vemos o poder do
sangue de Jesus para nos dar paz acerca de uma questão, de forma a
sermos capazes de compartilhá-la como testemunho com outra pessoa,
aí conhecemos uma nova dimensão de liberdade. Eles o venceram (o
diabo, o acusador de nossos irmãos) por causa do sangue do Cordeiro e
por causa da palavra do testemunho que deram” (Apocalipse12:11).
Há algum tempo, quando eu estava em outro país em reuniões,
estava procurando ver de novo um jovem ministro que conhecera
alguns anos antes e que estava experimentando o modo de viver
debaixo da graça e o andar com Jesus. Ele era um dos melhores
intérpretes no país e eu estava antevendo com prazer o fato de tê-lo
como intérprete novamente. Todavia, ele não apareceu por uma ou duas
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