Page 1106 - ANAIS ENESF 2018
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            Evento Integrado
            Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
            Título
            Farmacia Viva no Território Aberto
            Autores
            PRINC   APRES            CPF            Nome                                                               Instituição
               x      x    615.145.943-15  André Cordeiro Marques  Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza
                           417.262.353-00  Georgeline Silveira     Farmácia viva CELAF
                           565.126.519-87  Cézar Peres             imparh
                           433.642.683-04  Erika Sales Ripardo     Caps Geral IV
                           228.921.173-72  Magda Mendes            Caps geral 4
                           786.478.433-04  Andressa Nogueira       Caps geral 4
                           538.227.903-97  Daniele Tavares Alves   Caps geral ser IV
            Resumo
            Introdução: Trata-se do relato de uma articulação inter institucional para a implantação de um horto medicinal
            comunitário em uma unidade de atenção primária de saúde no município de Fortaleza. Objetivos: Relatar o processo de
            elaboração, viabilização e execução de um projeto de implantação de uma Farmácia Viva tipo 1 em uma unidade de
            saúde. Resultados: A partir de um processo de construção de grupos de promoção da saúde na atenção primária na
            UAPS Luís Costa iniciou-se umesforço para a capacitação dos ACS da referida unidade para atuarem nesses grupos
            como facilitadores. A aproximação da ESF com o CAPS Geral da CoRES 4 a partir de reuniões de matriciamento em
            saúde mental realizadas na unidade promoveu uma articulação interinstitucional entre UAPS , CAPS Geral Farmácia
            Viva Lucia Rangel, IMPARH e URBIFOR. Dessa articulação surge o projeto aqui relatado. O projeto foi apresentado e
            aprovada sua execução em reunião ordinária do Conselho Local de Saúde (CLS) da UAPS em questão. O fornecimento
            das mudas e a limpeza do terreno foram viabilizados mediante oficio da coordenação da unidade e atuação de uma
            comissão formada na reunião do CLS. A execução do projeto se deu em regime de mutirão em um final de semana.
            A manutenção fica a cargo de voluntários entre os profissionais de saúde das unidades parceiras, pacientes
            e da comunidade. Considerações Finais: A experiência aqui relatada mostra como iniciativas locais pode se
            materializar ao envolver diferentes pontos de cuidado do território, comunidade e instâncias deliberativas como
            os conselhos locais. Essa forma permitiu uma participação efetiva de atores presentes no território, fortalecendo
            a participação popular e aproximando comunidade e serviço de saúde. É fundamental a institucionalização,
            reconhecimento e divulgação de iniciativas como essa que podem viabilizar projetos e parcerias dentro do território.
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