Page 1070 - ANAIS ENESF 2018
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Evento Integrado
Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
Título
A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHANTE NO PROCESSO DE CUIDAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Autores
PRINC APRES CPF Nome Instituição
x x 058.055.663-89 Dalila Vitória da Silva Santos Faculdade do Vale do Jaguaribe
063.122.674-58 Carla Nadja Santos de Sousa Faculdade do Vale do Jaguaribe
057.905.723-24 Rafaela Luana Ribeiro Alves Faculdade do Vale do Jaguaribe
052.609.053-77 Maria das Dores Silva Rodrigues Faculdade do Vale do Jaguaribe
062.734.713-47 Joicy Rodrigues de Oliveira e Silva Faculdade do Vale do Jaguaribe
533.630.783-15 Marcilene Onório da Silva Faculdade do Vale do Jaguaribe
056.849.933-62 Sabrina Silva Cruz Faculdade do Vale do Jaguaribe
Resumo
Introdução: A Política Nacional de Humanização institui que o acompanhante é o representante da rede social da
pessoa internada que o acompanha durante toda sua permanência nos ambientes de assistência à saúde. A
permanência de familiares no hospital passou a ser permitida a partir das décadas de 1960 e 70. Atualmente, no
Brasil, o direito a permanência de acompanhante está regulamentado em leis e decretos para alguns grupos
específicos, como as crianças, adolescentes, gestantes e mais recentemente aos idosos. Objetivo: Relatar a
experiência de acadêmicos de enfermagem na promoção de uma ação sobre à valorização das relações interpessoais
entre pacientes, familiares e profissionais de saúde no Hospital Municipal Dr. Eduardo Dias. Metodologia: Trata-se de
um estudo descritivo, com abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência, foi desenvolvido durante as aulas
práticas da disciplina de Semiologia e Semiotécnica I ministrada no 5º período do curso de Enfermagem da Faculdade
do Vale do Jaguaribe, realizada no mês de maio de 2016 na cidade de Aracati-CE. Participaram do estudo 20
acompanhantes. Foram pontuados alguns questionamentos em relação ao papel do acompanhante, esclarecendo
direitos e deveres na instituição, a interação e conforto durante sua permanência na instituição, no sentido de educá-los
e orientá-los, quanto às normas e rotinas da instituição, tendo como base a educação em saúde. Em seguida, estipulou-
se um momento coletivo utilizando recursos audiovisuais, voz e violão. Resultados: Esclarecemos dúvidas e
ouvimos o feed back dos acompanhantes a respeito da ação em que a maioria demonstrou satisfação, foi
notório após o estudo a diminuição na ouvidoria, maior número de acompanhantes orientados sobre direitos e
deveres, redução dos conflitos existentes entre família e equipe, socializando as informações, aumentando o
compromisso dos acompanhantes e nível de conscientização sobre infecção por transmissões cruzadas e
contato. Conclusões: A experiência desse trabalho demonstrou a importância da prática educativa e acolhedora no
processo saúde/doença, tornando-se subsídio para experiências práticas dos alunos na promoção e prevenção da
saúde. Essa ação leva-nos a considerar a necessidade de cada vez mais aprofundar a discussão acerca da saúde
dentro de uma visão holística e humanística, pois o respeito à individualidade das pessoas, a escuta com atenção, são
elementos básicos da humanização.

