Page 219 - ANAIS ENESF 2018
P. 219

210

           Evento Integrado
           Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
           Título
           A HUMANIZAÇÃO NA ASSISTENCIA AO PARTO NA PERCEPÇÃO DE ACADEMICOS DE ENFERMAGEM
           Autores
           PRINC   APRES            CPF                           Nome                                                               Instituição
              x           044.081.183-03  Bruna Sousa da Silva     Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
                      x   043.196.193-07  Drielle Alves de Abreu   Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
                          068.266.093-04  Paloma Araújo Silva      Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
                          061.727.823-71  Alana Régia Matias Couto  Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
                          604.910.333-03  Paula Oliveira Almeida   Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza
           Resumo
           INTRODUÇÃO: A humanização no Sistema Único de Saúde (SUS) foi lançada em 2003, tendo como objetivo principal favorecer
           ações humanizadas. Em junho de 2011, foi instituída a Rede Cegonha no SUS, visando assegurar a mulher o direito ao
           planejamento reprodutivo e a atenção humanizada a gravidez, ao parto e ao puerpério. Durante a assistencia ao trabalho de parto
           e nascimento, faz-se necessário medidas que ofertem a esta cliente uma experiencia favorável, permitindo que ela possa fazer
           suas escolhas quanto ao cuidado prestado a si. OBJETIVO: Relatar a percepção dos academicos de Enfermagem quanto a
           atenção humanizada as gestantes em trabalho de parto. METODOS: Trata-se de um relato de experiencia, vivenciado por
           academicos de Enfermagem durante o estágio da disciplina de processo do cuidar em saúde da mulher, no mes de maio de 2018
           onde foi realizada uma assistencia direta a quatro gestantes, em um Hospital Maternidade de nível secundário, na cidade de
           Fortaleza-Ceará. RESULTADOS: Considerando a Lei nº 11.108 de 07 de abril de 2005, que garante as parturientes o direito a
           presença de acompanhante durante e após a assistencia ao parto, pode-se perceber que embora as mesmas estivessem com
           acompanhantes do sexo feminino de suas escolhas, o pai não se fazia presente devifo a sala de parto ser compartilhada com
           outras parturientes e envolver a privacidade destas. Durante a assistencia prestada, foi estabelecido uma relação de
           confiança por meio da apresentação e diálogo. Buscou-se identificar anseios e esclarecer dúvidas quanto ao alivio das
           dores com medidas não farmacológicas. Utilizamos como recursos durante a assistencia: testes rápidos, fita métrica,
           estetoscópio, sonnar, ultrassonografia obstétrica e cardiotocografia quando necessário. Observou-se que embora a
           instituição dispusesse de banqueta, bola suíça, escada de Ling, as gestantes sem contraindicações clínicas não eram
           orientadas pelos profissionais do serviço quanto ao uso, no entanto, academicos de fisioterapia sob supervisão do preceptor
           eram os maiores incentivadores. CONCLUSAO: Diante desses achados, percebe-se que poderia haver uma melhora no
           atendimento humanizado na assistencia ao trabalho de parto. E que o cuidado integral e de qualidade é essencial devendo o
           mesmo ser prestado de forma rotineira.
   214   215   216   217   218   219   220   221   222   223   224