Page 467 - ANAIS ENESF 2018
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Evento Integrado
Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
Título
Oficina Editorial: Percepção dos Agentes Comunitários de Saúde quanto ao território da UAPS Flávio Marcílio - Potencialidades e
Fragilidades
Autores
PRINC APRES CPF Nome Instituição
x 048.504.123-51 Soraya da Silva Trajano Escola de Saúde Pública
056.519.573-59 Carlon Washington Pinheiro Escola de Saúde Púnlica do Ceará
049.878.823-70 Samylla Veras Teixeira Escola de Saúde Pública do Ceará
998.707.383-20 Ana Helini de Lima Mendes Escola de Saúde Pública do Ceará
048.625.783-57 Larissa de Andrade Carmo Escola de Saúde Pública do Ceará
063.253.013-82 Ana Daniele Linard do Vale Escola de Saúde Pública do Ceará
034.708.953-41 Amanda Pinheiro Escola de Saúde Pública do Ceará
050.758.183-07 Isabele de Souza Costa Escola de Saúde Pública do Ceará
035.869.233-41 Juliete Vaz Ferreira Escola de Saúde Pública do Ceará
049.893.313-03 Alyny Dantas Holanda Escola de Saúde Pública do Ceará
652.149.943-20 Yárita Crys Alexandre Hissa Medeiros Escola de Saúde Pública do Ceará
750.509.603-63 Delany de Pinho Rodrigues Fiusa Escola de Saúde Pública do Ceará
Resumo
Introdução: O Agente Comunitário de Saúde (ACS) é fundamental na organização da assistência, pois tanto trabalha na Estratégia Saúde
da Família (ESF) como também são moradores da comunidade (PERES, et al, 2011). O estudo objetivou-se conhecer a perspectiva dos
ACS da UAPS Flávio Marcílio em Fortaleza (CE) sobre as fragilidades/problemas e as potencialidades que os mesmos conseguem
perceber na comunidade. Metodologia: Relato de experiência elaborado durante o período de territorialização dos Profissionais Residentes
da Residência Multiprofissional da Escola de Saúde Pública do Ceará alocados na UAPS Flávio Marcílio em Fortaleza (CE). A oficina foi
realizada com os ACS e ocorreu em maio de 2018. Nesta unidade funcionam 4 equipes de ESF e ao todo tem 21 ACS. Foi
proposto aos ACS que se fizeram presentes nesta oficina construírem juntos um editorial contendo aspectos positivos e negativos
que observam no território. O material utilizado par esta oficina foram: folhas de papel madeira, canetinhas, cola, imagens e recortes de
jornais. Resultados: dos 21 ACS convidados a participarem, somente 9 se fizeram presente. No painel das fragilidades, os assuntos
abordados foram: lixo a céu aberto presente no riacho Maceió, no mar e nas ruas; necessidade de educação ambiental; presença de focos
do mosquito da dengue; moradores de rua; violência pela disputa de facções, tráfico de drogas e ameças às famílias; fila de espera, falta
de materiais de trabalho e medicamentos e existência de população desempregada. Com relação às potencialidades, os pontos abordados
foram: Grupo de Tabagismo; Projeto de academia comunitária em várias praças do território; presença do turismo; existência de
espaços variados de expressão da religião; existência de praças e praias para lazer; Mucuripe da Paz, é um projeto na área social para
diminuir a incidência da violência nos bairros; atividades de promoção da saúde como as práticas de capoeira e atividades com os
bombeiros. Conclusão: A oficina permitiu conhecer as peculiaridades do território por meio dos ACS para desta forma planejar uma agenda
com as ações que atendam as principais demandas e necessidades da população.