Page 1041 - ANAIS ENESF 2018
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Evento Integrado
Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
Título
RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA PROFISSIONAL NUTRICIONISTA NO NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA - NASF
Autores
PRINC APRES CPF Nome Instituição
x x 026.579.773-08 DELANY CRISTINE BEZERRA autonomo
Resumo
INTRODUÇÃO: O Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), foi criado pela portaria 154/GM de 24 de janeiro de 2008, é composto por
profissionais de diferentes áreas de atuação que atuam em equipes multiprofissionais, visando o apoio ás equipes de Estratégia de Saúde
da Família (ESF). Diversas ações educativas e práticas são desenvolvidas, dentre elas a educação permanente em nutrição. O nutricionista
é um dos profissionais que compõe esta equipe, realizando diversos trabalhos, como ações de promoção e práticas alimentares
saudáveis em todas as fases da vida (OLIVEIRA et. al.,2012). OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo, apresentar as experiências
e atividades desenvolvidas por um profissional de nutrição do NASF. METODOLOGIA: O trabalho consiste em um relato de experiência que
descreve aspectos vivenciados pela autora durante sua atuação no NASF, entre os anos de 2014 a 2015 em um município no interior
do Ceará. Para se chegar aos resultados do presente relato utilizou-se além de experiências vividas, artigos e livros como
referencial. RESULTADOS; (Visão do Sistema) O nutricionista do NASF, com o apoio dos demais profissionais da equipe e a ESF, deve
elaborar, adaptar, revisar, padronizar e definir protocolos de atendimento nutricional, individual e coletivo. O processo de trabalho dos
profissionais do NASF deve ser desenvolvido por meio do projeto terapêutico singular e o apoio matricial, este último,
operacionalizado por diversas ações como, atendimentos compartilhados, estudo de casos, ações educativas (BRASIL, 2009). (Visão
Pessoal) O trabalho em grupo não é tão simples, são várias cabeças pensantes e vários pensamentos divergentes, porém todos com um
único objetivo, buscar a melhoria da população através da prevenção, com a educação em saúde, o que também não era fácil.
Fazíamos um trabalho educativo com o foco em saúde e não na doença. Saber ouvir, ensinar e lidar com aquelas pessoas que por muitas
vezes são de origem bem humildes era o que tinha de mais gratificante, pois eles ouviam tudo sempre com atenção e disponibilidade para
colocar tudo em prática. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Durante esse período de convivência no NASF, foi possível atuar de forma
interdisciplinar, pois pude estabelecer uma relação com vários profissionais, não apenas os da saúde, mais todos em busca dos mesmos
objetivos, a melhoria da qualidade de vida da população.

