Page 1161 - ANAIS ENESF 2018
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           Evento Integrado
           Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
           Título
           Práticas Integrativas e Complementares em Saúde: Uma Estratégia Eficaz na Atenção Básica.
           Autores
           PRINC   APRES            CPF            Nome                                                               Instituição
              x       x    752.227.103-78  Ana Lídia Medeiros de Castro    Unichristus
                           036.816.323-75  Viviane Braga da Silva          UNICHRISTUS
                           049.698.623-62  Sara Martins da Rocha           UNICHRISTUS
                           608.534.983-18  Ana Rute Silva de Aquino        UNICHRISTUS
                           024.587.683-93  Alisson Salatiek Ferreira de Freitas  UNICHRISTUS
                           599.389.782-15  Maria Simone Ferreira Maciel    UNICHRISTUS
                           026.362.193-66  Maria Aparecida da Silva Gomes  UNICHRISTUS
                           035.410.603-10  Jessica Silva Soares            UNICHRISTUS
           Resumo
           Introdução: A política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNIPIC) é baseada no modelo de
           atenção humanizada e centrada na integralidade do indivíduo, buscando ampliação da oferta de ações de saúde e acesso
           à saúde, utilizando métodos e recursos naturais para prevenção de agravos, promoção, manutenção e recuperação da
           saúde.  A  PNIPIC  contribui  para  o  fortalecimento  dos  princípios  fundamentais  do  SUS,  nesse sentido, o
           desenvolvimento das Práticas Integrativas e Complementares (PIC) em Saúde, deve ser entendido como mais um passo no
           processo de implantação do SUS, que vem gradativamente se tornando uma realidade na rede de atenção à saúde pública.
           Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa com abordagem qualitativa de literaturas acerca das Práticas Integrativas e
           Complementares em Saúde, de artigos do SciELO, em abril de 2018. Após critérios de exclusão: artigos completos,
           assunto - Políticas Públicas, em português, publicados entre 2005 e 2017, foram elegíveis 32 artigos para extração
           de dados, 5 artigos foram analisados. Objetivo: Identificar as potencialidades e as fragilidades das Práticas
           Integrativa e Complementares em Saúde para aprender, integrar e promover a saúde. Resultados: Evidenciou-se que a
           partir das PIC pode-se desenvolver vários projetos junto ás Unidades Básicas de Saúde, voltados para os principais
           problemas dos territórios locais, os temas que podem ser trabalhados são: arborização; água, ar e solo; sustentabilidades em
           gerenciamento de resíduos sólidos; horta comunitária; alimentação saudável e plantas medicinais; apiterapia; constelação
           familiar; biodança; entre outros. Mas a implantação das PIC em Saúde no SUS é permeada por dificuldades, como: a falta de
           conhecimento dos profissionais acerca das PIC em saúde, ausência de profissionais qualificados para atuar bem na
           assistência e a imprecisão conceitual a respeito de tais práticas e falta de motivação para engajamento da comunidade.
           Conclusão: Deve-se fortalecer as ações de promoção da saúde, capacitando profissionais para inserir as PIC em saúde, na
           Atenção Básica de modo a enriquecer o arsenal de recursos já existentes e ampliar o campo de ação para incluir outros
           modos de atuação em benefício das Políticas Públicas e da comunidade. A oferta das PIC em Saúde devem contribuir para
           ampliar a integridade da assistência de forma humanizada e acolhedora.
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