Page 1153 - ANAIS ENESF 2018
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            Evento Integrado
            Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
            Título
            Exercícios terapêuticos e os níveis de estresse oxidativo em pacientes de AVC: uma revisão sistemática

            Autores
            PRINC   APRES            CPF            Nome                                                               Instituição
               x       x    025.158.543-38  Amanda da Silva Braga       Universidade Federal do Ceará, campus
                            822.441.899-53  José Carlos Tatmatsu Rocha  Universidade Federal do Ceará
                            051.795.493-10  Stephany Costa Franco       Universidade Federal do Ceará
            Resumo
            Introdução: o estresse oxidativo elevado conduz a alterações da matriz endotelial extracelular do cérebro. Uma das
            propostas presentes na literatura para modular o metabolismo oxidativo é a utilização de exercícios terapêuticos.
            Objetivo: identificar na literatura, evidências dos efeitos de exercícios terapêuticos sobre o estresse oxidativo pós AVC.
            Metodologia: revisão sistemática de artigos originais publicados entre 2012 e agosto de 2017 nas bases de dados
            PubMed, Lilacs e PEDro. Resultados: dos 30 artigos inicialmente selecionados, apenas um contemplou os critérios de
            inclusão. Tal artigo utilizou um protocolo de seis semanas de atendimento, por seis dias, com duas sessões diárias de
            45 minutos com pacientes que estavam nos seus primeiros 30 dias pós AVC isquêmico. A partir da comparação da
            amostra sanguínea colhida antes e depois da intervenção, identificou-se redução dos níveis de produtos de
            peroxidação e dos metabólitos de óxido nítrico, os quais são determinantes no nível de estresse oxidativo do
            paciente. Conclusões: embora o estudo selecionado evidencie mudanças nos níveis de marcadores oxidativos
            através de exercícios terapêuticos, o presente trabalho evidenciou a escassez de estudos clínicos randomizados
            que possam confirmar tal relação causa-efeito.
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