Page 1155 - ANAIS ENESF 2018
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            Evento Integrado
            Seminário Preparatório da Abrasco - 25 Anos da ESF
            Título
            Grupo Focal sobre conhecimento dos Agente Comunitários de Saúde sobre Chikingunya na Atenção Primária
            Autores
            PRINC   APRES            CPF            Nome                                                               Instituição
               x            005.050.313-88  João Romano Ponte Nogueira     Centro Universitário Christus
                            575.864.543-53  Joseane Marques Fernandes      Centro Universitário Christus
                       x    600.040.603-77  Lyvia Gonçalo da Silva         Centro Universitário Christus
                            030.617.643-21  Raoul Costa Praciano Sampaio   Centro Universitário Christus
                            058.117.003-26  Thaís Helena Paiva da Silva    Centro Universitário Christus
                            608.487.993-48  Lucas Holanda do Nascimento    Centro Universitário Christus
                            032.741.853-29  Lívial Leal Chagas Parente     Centro Universitário Christus
                            060.898.373-00  Kenya Vitória de Aguiar Queiroz  Centro Universitário Christus
                            035.532.653-10  Juliana Leão Moraes            Centro Universitário Christus
                            850.675.633-20  Bruno Souza Benevides          Centro Universitário Christus
                            059.265.143-63  Bárbara Chaves Alves de Oliveira  Centro Universitário Christus
                            048.387.473-65  Sabrina Maria Lima Bezerra     Centro Universitário Christus
            Resumo
            Introdução: Nas últimas décadas, o número de epidemias de arboviroses tem crescido significativamente. A
            Chikungunya se expandiu, tornando-se uma situação preocupante para os brasileiros (MANIERO, 2016). Os
            Agentes Comunitários de Saúde (ACS) têm papel primordial no combate ao Aedes aegypti e na melhoria da
            qualidade de vida da população, tanto orientando sobre prevenção, quanto sobre cuidados após a confirmação de um
            caso suspeito. Objetivo: Conhecer as opiniões e as observações dos ACS sobre seus conhecimento e suas dificuldades
            durante a epidemia de Chikungunya. Materiais e Métodos: O estudo foi realizado em junho de 2017. Foram formados 11
            grupos focais compostos pelos estudantes do curso de medicina e por ACS de cada UBS da Regional II, de Fortaleza-
            CE, totalizando 126. Inicialmente, foi perguntado qual seria a conduta do ACS diante de um caso suspeito de
            Chikungunya em visita domiciliar. Depois, foi perguntado quais atitudes eles deveriam ter para contribuir com o
            seguimento adequado do paciente, após a avaliação clínica e confirmação de um caso suspeito. O momento foi
            registrado por smartphones e todo o diálogo foi transcrito. As respostas foram classificadas em aspectos subjetivos
            como capacitação do ACS, conhecimento prévio sobre ações que devem ser tomadas, condições de trabalho e
            disponibilidade dos ACS. Resultados e Discussão: Muitos ACS se mostraram conscientes de seu papel durante
            a epidemia, principalmente, no acompanhamento do doente, oferecendo atendimento na  UBS, orientando a
            hidratação e o uso de repelentes, bem como buscando focos na casa. No entanto, foi relatada divergências
            entre os postos, visto que alguns ACS receberam capacitação, enquanto outros não receberam ou foi insuficientes.
            Outro fator relatado foi que muitos ensinam a população a não se automedicarem, devido ao risco de alergia e de
            complicação da própria doença, indicando a ingesta de líquido e o encaminhamento para a UBS em casos suspeitos.
            Conclusão: Para prevenir epidemias, como a da chikungunya, deve haver conscientização dos ACS de forma mais
            efetiva, através de treinamentos, visando fornecer mais segurança, para que o conhecimento acerca dessa
            arbovirose seja mais difundido entre todos os membros das equipes, prevenindo, assim, possíveis complicações
            da doença nas comunidades.
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